Nalva Araújo

Ao sair do laboratório, onde realizou o seu exame em jejum, ele entra numa padaria e desespera-se! 
O que pedir? Cadê meu Nescau com meio litro de leite, o qual estou acostumado desde tenra idade?
Suco do quê?... O que comer? Refrigerantes nem pensar... Vontade de chorar, nervosismo... Choque! Primeiro impacto... E quando for numa festa, o que comer? E nos finais de semana com os amigos... Beber ou não? E a cervejinha, o vinho , a caipirinha? 

No primeiro dia pela manhã, não consegue ver nada comível e nem bebível em sua frente... Espera a hora do almoço, e esfomeado vai a uma churrascaria, enche o prato de saladas e empanturra-se de carnes... Ah, então carne pode?...Carne é proteína! Pode, mas desde que seja com moderação, pois o excesso não trás beneficio algum. Por sua alta concentração de gordura, as carnes também fazem com que os níveis de glicose aumentem no sangue, sendo que, esta afeta menos o diabético, em torno de 50% menos, em relação ao carboidrato, no entanto bloqueia a ação da insulina, eleva o colesterol , a triglicéride e causa obesidade, além de contribuir para o aumento de problemas cardíacos. 


Reuniões, palestras, cuidados - informação e aprendizado, (mãe, pai, família), e desta maneira a vida segue seu curso, com sua dinâmica própria, pouco cabe a nós seres humanos, a não ser, aprender-e-aprender...

 
Para tanto, uma descoberta magníficaexiste vida após a diabetes... Possivelmente, até mais, pois a medida em que se descobre a doença, passa-se a ter prudência e disciplina com a alimentação, sabe-se que esta bem administrada é o caminho para a longevidade. Se no primeiro momento, bateu desespero, como se todas as comidas, até então, ingeridas, fossem totalmente proibidas, e desse modo, a impressão que se teve foi de que o cardápio estava esgotado... Passa-se a ver com clareza que não está, e que basta somente adaptá-lo, e portanto, fazer as combinações certas, buscando novos sabores. O fato é que , deve-se pensar o alimento como um aliado e não como um inimigo. Comer é o único prazer que levamos até o fim, porém, deve ser com sabedoria e disciplina. 

Viver é descobrir satisfação em todas as áreas da vida, como numa caminhada à beira mar, numa boa leitura, na música e na arte em geral, pois esta faz bem ao espírito. A partir daí, tentar ao máximo ter controle emocional , (o stress eleva a glicemia), a mansuetude eleva a alma, trás paz, e paz: saúde, cercar-se de pessoas bem humoradas: de amigos, alegria, amor... Aliás, esses são mandamentos para todas as pessoas e não somente para os diabéticos. Não caberia aqui citar sintomas, fatores de risco ou tratamentos para diabéticos, pois este é um artigo completamente leigo e despretensioso, entretanto, há necessidade, pela informação...



Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho
Será um atalho
Ou um desvio, um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo pra toda fome
Que há no mundo?

(Zeca Baleiro e Alice Ruiz)


[Trarei mais informação de minha experiência, de como combinar os alimentos, tabela de índice glicêmico dos alimentos, e se a disposição permitir, algumas receitas para diabéticos, grandes descobertas]


Nalva Araújo

 
Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina.


Sintomas
* Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
* Aumento do apetite;
* Alterações visuais;
* Impotência sexual;
* Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
* Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
* Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
* Distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco
* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
* Hereditariedade;
* Falta de atividade física regular;
* Hipertensão;
* Níveis altos de colesterol e triglicérides;
* Medicamentos, como os à base de cortisona;
* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
* Estresse emocional.
Recomendações
* O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais;
* A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;
* Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;
* O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;
* O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;
* Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;
* O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.
Tratamento
O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.
Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como consequencia, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.
Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.
Fonte - http://drauziovarella.com.br/diabetes/diabetes/
 
 
 
 


 
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