Nalva Araújo




O que faz uma mulher sentir vergonha de ficar nua diante do parceiro?

Existe um conceito de padrão de beleza na cabeça de cada pessoa,principalmente da mulher,por ser ou se achar um objeto de desejo.Quando foge-se  a esse padrão, inevitavelmente,são gerados quadros distorcidos,traumas e complexos,os quais atuam negativamente na hora do sexo.O que forma esse pensamento nem sempre é o retrato da realidade,mas sim do que levou a isso.  

A mulher,a qual, desenvolve esse fenômeno psicológico,que, nada mais é que, um distúrbio gerador de baixa auto estima,é justamente aquela que não teve do parceiro compreensão, desejo,nem tampouco respeito e gratidão por carregar seu filho durante nove meses. A que não foi jamais tocada,e ainda teve o desprazer de ouvir do pai do seu filho, que, mulher grávida não lhe desperta desejo algum.

Esse é um sentimento sem propósito,e muito comum durante e depois de uma gestação.No entanto uma mulher que sente-se amada e desejada,cuja gravidez é bem vinda sob todos os aspectos,principalmente por seu parceiro,o qual sente prazer em tocá-la,tanto na sua feminilidade,quanto por carregar seu filho no ventre,essa não terá jamais complexo algum,pois caminham juntos,e a mudança do corpo é o "estado mais interessante da vida de uma mulher",é seu momento de sublimação,o qual deveria pertencer ao casal...A ela por dar à luz ,e a ele,po ser pai.


Nalva Araujo









Complexos

Complexos são grupos de idéias ou imagens carregadas emocionalmente. No “centro” de um complexo está um arquétipo ou imagem arquetípica. Ao seu redor orbitam idéias que lhe estão associadas por um vínculo energético, portanto, de natureza emocional. Assim, quando os complexos se constelam (ou sejam, se ativam), fazem-se acompanhar invariavelmente pelo afeto. São sempre relativamente autônomos, tanto que Jung afirmava que não somos exatamente nós que temos complexos, mas sim, que são os complexos que nos têm, ou nos possuem.

Diferente do que o senso comum pensa, os complexos em si mesmos, não são negativos. Jung salientou bastante isso, embora o imaginário popular aparentemente tenha assimilado o conceito de complexo apenas em seu aspecto patológico. Porém, segundo Jung, ter complexos não significa necessariamente possuir uma neurose, e o fato de alguns complexos serem dolorosos não implica na determinação de uma perturbação patológica. O sofrimento, em si mesmo não é sinônimo de doença, mas apenas o pólo oposto normal da felicidade. É o grau de consciência ou inconsciência de um complexo que o define como patológico ou normal. Ou seja, um complexo só se torna patológico, quando achamos que não o temos (ou que o mesmo não nos possuiu). A finalidade da análise ou da terapia não é livrar-nos dos complexos – como se isso fosse possível – mas apenas minimizar seus efeitos negativos, pela tomada de consciência de sua existência e de seus mecanismos, permitindo a compreensão do papel que exercem nos padrões de comportamento e nas reações emocionais. De qualquer forma, um complexo só pode ser realmente superado se for vivido em sua plenitude, e não através de sua negação ou repressão.



Inconsciente Pessoal

O inconsciente pessoal é a camada pessoal ou individual do inconsciente que contém memórias perdidas, idéias dolorosas reprimidas, percepções subliminares (percepções dos sentidos que não são suficientemente fortes a ponto de atingir a consciência) e, finalmente, conteúdos que ainda não estão maduros para a consciência. Também é designada como psique subjetiva. 


Arquétipos

São padrões potenciais inatos de imaginação, pensamento ou comportamento que podem ser encontrados nos seres humanos em todos os tempos e lugares,e constituem junto com os instintos, os elementos primordiais e estruturais da psique. Segundo a concepção junguiana, os arquétipos são sistemas de prontidão para a ação e, ao mesmo tempo, imagens e emoções. São herdados junto com a estrutura cerebral – constituem, de fato, o seu aspecto psíquico. Não se tratam de idéias herdadas, mas da possibilidade herdada das idéias.




"Conceitos de Psicologia Junguiana" - por Adalberto Ricardo Pessoa
matéria completa: 
 http://adalbertopessoa.terapeutaholistico.com.br/pages/conceitos-de-psicologia-junguiana.php






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  1. Gabi Pereira Says:

    Olá tudo bem? vim conhecer seu blog e já estou seguindo, muito interessante e bonito. bjus até mais


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